quarta-feira, 9 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Computadores nas escolas
Computadores nas escolas
Até pouco tempo atrás ter computador nas escolas era um privilégio para poucos. Mas hoje, esse privilégio é atribuido a praticamente todas as escolas públicas brasileiras, e nossos alunos tem como se comunicar com o mundo pela internet.
Para tanto, é necessário preparar a comunidade escolar para fazer uso dessa tecnologia de ponta, ao mesmo tempo em que a mesma é disseminada pelo país.Sem dúvida o computador é a tecnologia que veio para ficar. Entretanto é necessário que pessoas sejam preparadas para tal utilização. Essas pessoas, os professores, precisam ter seus objetivos definidos para tal utilização, não sendo o computador apenas mais uma tecnologia nas escolas, e para que os laborátiorios de informatica nas escolas sejam utilizados de maneira adequada, onde o professor seja o mediador do conhecimento, e os computadores não sejam utilizados como um brinquedo. Mas o que ainda encontramos são muitos professores despreparados, que não possuem um computador em casa.
Essa tecnologia é uma excelente ferramenta para a prática pedagógica escolar, transformando o processo ensino-aprendizagem, tendo esse melhores resultados. O que podemos observar ao utilizar essa nova tecnologia na prática pedagógica é um aluno mais interessado e com atenção mais pressa no processo ensino-aprendizagem. Desta forma, posso concluir que o aluno obtém melhores resultados nas avaliações, tendo como produto final, individuos autônomos, independentes, inteligentes e criativos.
Porém, a introdução de computadores nas escolas não é, nem virá a ser, uma solução para os problemas que afligem a educação. O computador não é um "bicho de sete-cabeças" e não salvará o ensino. Ele pode educar, mas também deseducar dependendo da maneira como será utilizado. Ele não substitui a inteligência e a criatividade que são essenciais aos seres humanos, ela apenas às desenvolve. O professor ainda é a chave essencial no processo ensino-aprendizagem, ocupando o lugar de mediador do conhecimento, mesmo sendo o conhecimento informatizado.
Auto avaliação
Auto avaliação
Este curso do linux é muito importante para nossa prática pedagógica, já que os computadores que dispomos nas escolas contêm esse sothware. Porém tivemos que simplificar ao máximo nossa aprendizagem, pois, o tempo que dispunhamos era muito pouco. Mas, mesmo assim, o que aprendemos foi de excelente qualidade, e nos ajudará muito em nossas aulas.
Penso que me dediquei o quanto pude, na aprendizagem do mesmo. Apenas encontrei certa dificuldade em postar as atividades. Gostei muito da última aula, quando aprendemos a fazer as média diretamente no computador, o que facilitará muito nosso trabalho.
Este curso do linux é muito importante para nossa prática pedagógica, já que os computadores que dispomos nas escolas contêm esse sothware. Porém tivemos que simplificar ao máximo nossa aprendizagem, pois, o tempo que dispunhamos era muito pouco. Mas, mesmo assim, o que aprendemos foi de excelente qualidade, e nos ajudará muito em nossas aulas.
Penso que me dediquei o quanto pude, na aprendizagem do mesmo. Apenas encontrei certa dificuldade em postar as atividades. Gostei muito da última aula, quando aprendemos a fazer as média diretamente no computador, o que facilitará muito nosso trabalho.
terça-feira, 5 de maio de 2009
A história da escrita
A história da escrita
Desde os primórdios da civilização, a humanidade sente necessidade de registrar os acontecimentos do seu dia-a-dia.
Conhecemos a história de nossos antepassados através de registros deixados por estes, ora por representações pictográficas, ora por meio da escrita ideográfica.
A primeira forma de registro escrito do qual se tem conhecimento é a forma pictográfica, onde as representações eram simplificadas, retratando objetos da realidade através de inscrições nas cavernas; a representação ideográfica que utilizava imagens ou figuras para representar uma idéia – as formas mais conhecidas deste tipo de representação são os hieróglifos egípcios, as escritas sumérias, minóica e chinesa, da qual provém a escrita japonesa; os fenícios inventaram caracteres para representação do som consonantal – características encontradas hoje nas escritas árabe e hebraica; a escrita alfabética foi adaptada da escrita fenícia pelos gregos e posteriormente adaptadas pelos romanos, do qual constitui-se o alfabeto que temos hoje.
Além da forma como se escreve, a direção da escrita também é diversificada de acordo com cada cultura. Temos, então, culturas que escrevem na vertical – de cima para baixo, com direções alternadas, da direita para a esquerda.
A escrita é uma forma de preservar e transmitir a cultura de um povo. Assim a invenção da imprensa é um marco essencial na história das civilizações, pois dá acesso ao povo às informações do que acontece ao seu redor.
Com a escrita surgiram também os livros que podiam ser confeccionados de barro, madeira, metal, osso ou bambu, em lâminas ou placas separadas; ou ainda serem feitos em tecido, papiro, couro, entrecasca de árvores, na forma de dobras e rolos.
Os livros de bambus eram feitos a partir de tiras obtidas através da raspagem da parte interna do caule e postas para secar. As fichas eram furadas nas extremidades e unidas por fios de seda.
Já os livros confeccionados de papiros apareciam em forma de rolos e foi somente com a utilização dos pergaminhos – obtidos através do couro cru esticado – que desenvolveu-se a forma de livro como temos hoje. Por ser um material flexível, o pergaminho podia ser dobrado e costurado, escrito nos dois lados, lixado e lavado para ser reaproveitado, sem que as folhas se desgastassem.
Os primeiros manuscritos foram feios pelos escribas que passavam por um aprendizado básico em escolas e freqüentavam cursos superiores.
Os manuscritos produzidos eram guardados em bibliotecas nos mosteiros ou em outros estabelecimentos eclesiásticos, pois somente a Igreja e os reis tinham acesso.
Esse monopólio perdurou até o surgimento da imprensa, em 1450, na Alemanha, por Gutemberg. Graças ao processo de impressão, diversas pessoas em diferentes locais podiam ter acesso as mesmas informações. A invenção da imprensa proporcionou ainda, a popularização do livro e a democratização da educação.
Hoje, com a popularização da impressão as pessoas dispõe de uma variedade de títulos para se apropriar, comparar e criar seus próprios comentários através de suas reflexões.
Leitores e práticas de leitura
Apesar da invenção da imprensa permitir maior acesso às informações, isto não aconteceu de forma rápida e fácil. O acesso à escrita e leitura permaneceu restrito à poucas pessoas durante muito tempo.
Somente com o surgimento da sociedade burguesa a maior parte da população passou a ser alfabetizada e ter acesso aos livros e outros impressos. Nesta época, intelectuais reuniam-se para estudar e discutir obras literárias, dando acesso também aos não leitores de apropriar-se de algum conhecimento, pois estas reuniões não eram fechadas a um determinado grupo.
Hoje, a leitura é feita de forma individualizada, mas continua mantendo uma dimensão de ascensão social e melhores condições de vida.
Até algum tempo, o papel dos leitores era decifrar a mensagem que o autor queria transmitir, atualmente o leitor é também produtor de sentidos, pode e deve interagir com as idéias lidas, comparar, se apropriar e também criticar, propondo mudanças.
Dentre as práticas de leitura pode-se destacar a oral e a visual. A primeira é feita tanto por quem lê, quanto para quem ouve, pois ouvir também é uma forma de leitura. A leitura visual tem a vantagem de ser mais veloz , poder reler, buscar novas entonações para quando o texto for lido em voz alta, e favorece a reflexão sobre o texto lido.
Desde os primórdios da civilização, a humanidade sente necessidade de registrar os acontecimentos do seu dia-a-dia.
Conhecemos a história de nossos antepassados através de registros deixados por estes, ora por representações pictográficas, ora por meio da escrita ideográfica.
A primeira forma de registro escrito do qual se tem conhecimento é a forma pictográfica, onde as representações eram simplificadas, retratando objetos da realidade através de inscrições nas cavernas; a representação ideográfica que utilizava imagens ou figuras para representar uma idéia – as formas mais conhecidas deste tipo de representação são os hieróglifos egípcios, as escritas sumérias, minóica e chinesa, da qual provém a escrita japonesa; os fenícios inventaram caracteres para representação do som consonantal – características encontradas hoje nas escritas árabe e hebraica; a escrita alfabética foi adaptada da escrita fenícia pelos gregos e posteriormente adaptadas pelos romanos, do qual constitui-se o alfabeto que temos hoje.
Além da forma como se escreve, a direção da escrita também é diversificada de acordo com cada cultura. Temos, então, culturas que escrevem na vertical – de cima para baixo, com direções alternadas, da direita para a esquerda.
A escrita é uma forma de preservar e transmitir a cultura de um povo. Assim a invenção da imprensa é um marco essencial na história das civilizações, pois dá acesso ao povo às informações do que acontece ao seu redor.
Com a escrita surgiram também os livros que podiam ser confeccionados de barro, madeira, metal, osso ou bambu, em lâminas ou placas separadas; ou ainda serem feitos em tecido, papiro, couro, entrecasca de árvores, na forma de dobras e rolos.
Os livros de bambus eram feitos a partir de tiras obtidas através da raspagem da parte interna do caule e postas para secar. As fichas eram furadas nas extremidades e unidas por fios de seda.
Já os livros confeccionados de papiros apareciam em forma de rolos e foi somente com a utilização dos pergaminhos – obtidos através do couro cru esticado – que desenvolveu-se a forma de livro como temos hoje. Por ser um material flexível, o pergaminho podia ser dobrado e costurado, escrito nos dois lados, lixado e lavado para ser reaproveitado, sem que as folhas se desgastassem.
Os primeiros manuscritos foram feios pelos escribas que passavam por um aprendizado básico em escolas e freqüentavam cursos superiores.
Os manuscritos produzidos eram guardados em bibliotecas nos mosteiros ou em outros estabelecimentos eclesiásticos, pois somente a Igreja e os reis tinham acesso.
Esse monopólio perdurou até o surgimento da imprensa, em 1450, na Alemanha, por Gutemberg. Graças ao processo de impressão, diversas pessoas em diferentes locais podiam ter acesso as mesmas informações. A invenção da imprensa proporcionou ainda, a popularização do livro e a democratização da educação.
Hoje, com a popularização da impressão as pessoas dispõe de uma variedade de títulos para se apropriar, comparar e criar seus próprios comentários através de suas reflexões.
Leitores e práticas de leitura
Apesar da invenção da imprensa permitir maior acesso às informações, isto não aconteceu de forma rápida e fácil. O acesso à escrita e leitura permaneceu restrito à poucas pessoas durante muito tempo.
Somente com o surgimento da sociedade burguesa a maior parte da população passou a ser alfabetizada e ter acesso aos livros e outros impressos. Nesta época, intelectuais reuniam-se para estudar e discutir obras literárias, dando acesso também aos não leitores de apropriar-se de algum conhecimento, pois estas reuniões não eram fechadas a um determinado grupo.
Hoje, a leitura é feita de forma individualizada, mas continua mantendo uma dimensão de ascensão social e melhores condições de vida.
Até algum tempo, o papel dos leitores era decifrar a mensagem que o autor queria transmitir, atualmente o leitor é também produtor de sentidos, pode e deve interagir com as idéias lidas, comparar, se apropriar e também criticar, propondo mudanças.
Dentre as práticas de leitura pode-se destacar a oral e a visual. A primeira é feita tanto por quem lê, quanto para quem ouve, pois ouvir também é uma forma de leitura. A leitura visual tem a vantagem de ser mais veloz , poder reler, buscar novas entonações para quando o texto for lido em voz alta, e favorece a reflexão sobre o texto lido.
Santos Dumont
A cada época a tecnologia avança no tempo e no espaço. Tudo caminha à passos largos, principal,mente referente à tecnologia. Santos Dumont, na sua época foi um grande criador tecnológico. Foram várias tentativas, vários modelos com dispositivos diferentes até atingir o objetivo final – voar. O desafio foi grande: tentativa/ erro/ superação/ criatividade e capacidade de sonhar.
Atualmente a informatização transforma em todos os sentidos, influenciando a vida de cada um com diferentes interpretações que evoluem adaptando-se às necessidades que surgem; superando obstáculos. O ser humano tem capacidade de sonhar, superar e alcançar seus objetivos.
Neste sentido, a informática vem acrescentar profissionalmente, facilitando os recursos pedagógicos através da tecnologia, bem como, na vida pessoal, pois estando longe pode-se acessar a Internet e conversar ou passar recados à pessoas de qualquer lugar do mundo, onde mata-se saudades, busca-se conhecimento, troca-se informações, consolida-se transformações, entre outros... Dessa forma a tecnologia participa da minha vida.
Atualmente a informatização transforma em todos os sentidos, influenciando a vida de cada um com diferentes interpretações que evoluem adaptando-se às necessidades que surgem; superando obstáculos. O ser humano tem capacidade de sonhar, superar e alcançar seus objetivos.
Neste sentido, a informática vem acrescentar profissionalmente, facilitando os recursos pedagógicos através da tecnologia, bem como, na vida pessoal, pois estando longe pode-se acessar a Internet e conversar ou passar recados à pessoas de qualquer lugar do mundo, onde mata-se saudades, busca-se conhecimento, troca-se informações, consolida-se transformações, entre outros... Dessa forma a tecnologia participa da minha vida.
Quem sou
Sou Joelma Kersbaumer Pereira, Ituporanguense, nascida a 29 de março de 1976. Sou professora de ensino fundamental e médio, nas disciplinas de história, ensino religioso e filosofia. Sou habilitada na disciplina de história desde 2000, porém, atuo na educação desde 1992.
Sou casada e tenho uma filha, sou exigente, gosto de tudo muito bem arrumado. O que mais gosto de fazer é ficar o máximo do meu tempo com minha família.
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